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Planejamento financeiro para comprar um carro: por onde começar?

Conquistar metas não significa afundar-se em dívida ou arriscar demais. Se o objetivo é adquirir um veículo, o planejamento financeiro para comprar um carro é fundamental para realizar o sonho e poder curti-lo sem preocupações. Quer saber como fazer isso?

Acompanhe este post e confira dicas preciosas para que você se organize para juntar o dinheiro necessário! Demanda esforço, mas vale muito a pena!

Tenha um objetivo 

Ninguém consegue se manter focado por muito tempo se não traçar um objetivo. Por isso é importante que você decida o modelo que você quer para poder elaborar o planejamento financeiro para poder comprá-lo.

Faz parte dessa etapa pesquisar o mercado para identificar quais são as faixas de preço do carro que você deseja. Lembre-se de que poder comprar à vista ou ter condições de oferecer um valor maior de entrada sempre são benefícios.

Ao levantar informação sobre valores, procure descobrir quanto também precisará gastar além do preço do veículo. Isso envolve documentação para ser regularizada e o preço do seguro, por exemplo. Dependendo do estado onde você mora, há diferentes de taxas e é bom conferir detalhes como esses.

Ter essa visão global de custos vai permitir que você analise a situação com mais clareza. Pode ser que o carro que você almeja esteja um pouco além da condição financeira atual, por exemplo. Mas isso não significa que é impossível adquiri-lo. Vai representar apenas que será necessário redefinir o planejamento.

Lembrando que se você já tem um veículo em mãos, quer dizer que tem dinheiro “sobre rodas”.

Estude as formas de pagamento

Coloque na balança o valor que o carro vai custar quando se paga à vista e como são os juros para a realização de um leasing. Algumas condições pode demonstrar que o financiamento vai fazer o valor do veículo ficar exorbitante e na revenda você perderá muito dinheiro.

Se esse for o caso, talvez seja melhor poupar por um tempo maior ou até comprar um modelo inferior e continuar juntando dinheiro. Assim, você pode ir “pulando” de carro em carro até chegar ao seu objetivo, mas sem sofrer prejuízo financeiro.

Elabore um orçamento com metas de curto e longo prazo

 Uma das situações que gera mais desmotivação é desejar algo, tentar conquistá-lo, mas nunca conseguir. Para evitar isso, ao ter o valor do veículo em mãos e as formas de pagamento, é hora de traçar metas. 

Comece com aquelas de curto prazo, que serão os pequenos passos dados nesse processo. Elas são mais fáceis de alcançar e estimulam você a seguir. Essas metas podem ser, por exemplo, fazer uma poupança semanal que vai permitir obter o dinheiro necessário para custear a documentação, o seguro e outros itens que você queira instalar no novo carro.

Uma forma simples de definir um montante a se guardar é, depois de ter saber quanto dinheiro você irá precisar para a compra, verificar a quantia que você já tem e dividir o que falta pelo número de semanas (ou meses) em que você espera atingir a meta. Outra opção é cortar gastos supérfluos e direcioná-los para essa poupança.

As metas de longo prazo, em geral, estão envolvidas a valores maiores. Além dos cortes supérfluos, vai ser preciso apertar um pouco mais o cinto.

A regra é: depois de saber o total que se precisa alcançar, essa quantia precisa ser analisada e você deve definir os meios mais eficazes para consegui-la. Isso pode significar sair menos, economizar em jantares fora de casa, aceitar algumas horas extras que o trabalho oferece e assim por diante.

Isso não quer dizer que seu padrão de vida vai cair. Pode representar apenas mudanças de hábitos. Saber exatamente quanto de dinheiro é preciso comprar o carro e fazer a divisão desse valor pelo tempo que você está disposto a poupar é um dos caminhos mais eficazes para definir suas ações.

Procure deixar sua meta de longo prazo muito bem clara e, se possível, anote em um local que você veja sempre. Vá anotando, por partes, as metas alcançadas e siga em frente.

Tenha uma reserva de emergência

Essa ideia é justamente para salvaguardar você caso algo excepcional aconteça e que vai acarretar um gasto imprevisto. Quando estamos guardando dinheiro com um objetivo e precisamos empregá-lo em outra finalidade, acabamos nos desapontando. Ter uma reserva de emergência vai impactar menos na sua poupança e vai permitir que os prazos estipulados para alcançar seus objetivos não sejam totalmente atingidos.

Dentro desse conceito, o ideal é que você mantenha essa reserva por tempo indeterminado. Ou seja, antes e depois da compra do carro. Ao se adquirir o veículo, alguns gastos vão ser comuns: combustível, possível troca de uma peça, manutenções rotineiras. Inclusive, essa outra poupança pode ser utilizada para esses momentos. Mas logo depois de ter gastado o dinheiro, recomece a guardar novamente.

Para definir a quantia a ser reservada, tire por padrão o custo de uma viagem de emergência para a casa de familiares, por exemplo. Claro, esse valor pode estar relacionado ao seu custo de vida no prazo de três meses, cinco meses, assim por diante.

Faça investimentos que gerem renda

Trabalhar para juntar dinheiro não é a única forma de realizar o planejamento financeiro para comprar um carro. Se for possível fazer com que esse dinheiro guardado “trabalhe por conta própria”, é um empurrãozinho a mais. Isso quer dizer que você deve verificar possíveis formas de investir sua economia para que ela renda mais com os juros de alguma aplicação.

Contudo, verifique no mercado opções seguras de investimento. Mesmo que as porcentagens não sejam significativas, qualquer aumento é um ganho extra para você.

Considere os custos de manutenção

Para se acostumar com o carro que logo estará em sua garagem, durante o período de economia faça alguma visita a um mecânico e a uma loja de peças (ou site de vendas) para observar a média de custo para manutenção.

Dependendo do modelo, esses gastos serão maiores ou menores. Verifique o valor para troca de óleo, substituição de pastilhas de freio, manutenção na suspensão. Coisas que são comuns a serem feitas. Pergunte também a especialistas se há alguns defeitos que são mais comuns no tipo de carro que vai comprar. Essa atitude faz parte de um planejamento futuro.

Traçar metas e atingi-las é uma sensação sem igual, e o planejamento financeiro para comprar um carro proporciona isso. Quem está nos EUA com certeza já precisou enfrentar diversas batalhas para chegar lá, por isso encarar mais uma vai ser mais fácil do que você espera. E com nossas dicas você estará um passo mais perto de conquistar mais esse sonho.

Gostou do nosso post? Então aproveite e aprenda também quais são os 10 erros cometidos na hora de comprar um carro usado!


Tipos de pneus: qual é o melhor para o meu carro?

Um item fundamental para o motorista rodar com o menor risco de sofrer acidentes é o pneu adequado ao seu veículo. Por isso, é preciso saber os tipos de pneus existentes e instalar o correto para o seu uso diário.

Quer entender qual pneu vai garantir o melhor desempenho no seu automóvel, mais economia de combustível e menos gastos com peças? Continue a leitura e confira!

On-road

Essa classificação de pneu é indicada para quem roda na cidade e na rodovia para fazer pequenas ou grandes viagens, ou seja, em vias que possuem asfalto. Uma das características dele é que os sulcos (pequenas elevações na borracha) são pequenos para que o contato com o solo seja mais próximo, o que garante maior aderência do seu veículo.

Eles têm desempenho voltado para o tráfego das cidades e, inclusive, são preparados para “vencer” a pista molhada, que se transforma em um grande risco para motoristas, já que, nessas condições, a via fica escorregadia e mais propensa a causar colisões.

Mais velocidade e consumo correto de combustível

Por ter uma maior aderência ao solo, esses tipos de pneus também permitem que o carro desempenhe velocidades maiores, o que vai acontecer nas rodovias. Com mais velocidade, o veículo tende a ficar mais leve por questões da física. Assim, é fundamental que o automóvel fique “colado” à rodovia para não perder a aderência.

Outra característica é que os pneus devem fornecer o contato mais indicado para o tipo de solo que você vai rodar para permitir um consumo de combustível correto. Os on-roads vão garantir a economia ideal porque estão estruturados e adaptados para as vias asfaltadas. Claro que essa questão de consumo está ligada também à forma como o condutor vai dirigir, com relação a velocidade, mudanças de marchas etc.

Os pneus também estão diretamente ligados à suspensão. Quando eles estão sendo utilizados incorretamente, causam esforços desnecessários em outras peças, que vão estragar mais rapidamente.

Off-road

Quem está acostumado a pegar terrenos irregulares, em que o asfalto é mais raridade do que regra, o pneu off-road vai permitir o contato ideal com esse tipo de solo. Os off-roads são característicos por terem sulcos maiores com relação aos on-roads. Eles têm banda de rodagem mais larga para que possam atuar em uma área do solo maior e superar as dificuldades que a lama, por exemplo, proporciona.

Até mesmo os cortes, que são os vãos existentes entre os sulcos, são mais fundos para que, literalmente, o pneu possa “agarrar” o terreno e conseguir fazer o veículo se movimentar. Uma estrada arenosa, por exemplo, precisa que o veículo tenha condições de superar os efeitos que ela proporciona, que é de segurar mais o automóvel.

Os sulcos maiores e os cortes mais fundos permitem que dirigir nessas condições fique mais viável e seja possível locomover-se. Pistas lameadas e cheia de buracos causam essa mesma situação de rodagem difícil. Os off-roads têm as características necessárias para vencer essas condições.

Bom desempenho em terrenos irregulares

Esse tipo de pneu também possui uma carcaça mais reforçada, porque vai ser exigido de forma extrema, justamente porque os solos em que ele está preparado para rodar não são lisos e asfaltados. A estabilidade do veículo está muito ligada ao tipo de rodante montado nas rodas.

Nenhum solo off-road vai permitir que os on-roads tenham bom desempenho e garantam a segurança necessária para o motorista e os passageiros.

Misto

Os pneus identificados como mistos são montados para superar terrenos irregulares e de terra, ao mesmo tempo em que permite que o veículo possa rodar na cidade ou rodovia. O desempenho dele em ambos os solos é satisfatório, mas, por precisar se adaptar a duas situações bem distintas, ele também tem limitações.

Para que seja possível garantir aderência ao asfalto, mas consiga superar a lama e areia, a sua estrutura (sulcos, cortes, carcaça) foi adaptada para um meio termo de uso. O uso deles em terrenos off-road, que acabam sendo mais exigentes, precisa ser dosado. Apesar de ter sua característica voltada para rodar nessas condições, em áreas com tráfego muito dificultado, não se pode esperar que ele consiga atingir os mesmos resultados de um verdadeiro off-road.

Funcionamento nos dois tipos de solo

Esse tipo de produto vai ser mais indicado para quem tem toda a semana pela frente na cidade, mas vai precisar pegar a rodovia algumas vezes e, durante finais de semana variados, acaba rodando na estrada de terra. Com certeza, não será uma chuva e lama que vai parar os pneus mistos, mas encarar um verdadeiro rally por vias lameadas e com areia pode resultar em surpresas desagradáveis e alguns sustos.

Os veículos produzidos para serem híbridos com relação ao solo saem de fábrica com os pneus mistos. Por isso, as caminhonetes são as que mais utilizam essa modalidade. Elas acabam sendo preparadas tanto para a cidade quanto para a terra.

Subdivisões dos mistos

Os mistos ainda podem ser encontrados com algumas subdivisões, definidas a partir do tipo de estrada que a borracha vai estar mais preparada para enfrentar: A/T é a subclassificação para os pneus mistos voltados para o uso em terra e asfalto, e M/T a identificação para os mistos que são mais indicados para lama e barro.

O que muda na estrutura desses pneus é como os sulcos e cortes estão estruturados para conseguir superar os desafios do terreno e também permitir segurança para o motorista.

Radial ou convencional

Além das classificações off-road, on-road e misto, os pneus ainda podem ser montados como radial ou convencional. Essa classificação vem junto com os tipos detalhados acima. Sendo assim, um on-road pode ser convencional ou radial, do mesmo modo que o misto pode ter ambas as estruturas. O off-road tem característica que não necessariamente atende aos propósitos do radial.

Diferença entre pneus radial e convencional

A diferença entre os pneus radial e convencional está na forma como eles são montados. O radial tem uma estrutura têxtil e uma cintura de aço colocada paralelamente à linha central da banda de rodagem, o que não existe no convencional. Quando o pneu radial torna-se extremamente gasto, é até possível ver essa cintura de aço, enquanto no convencional há somente os cordonéis das lonas.

Para quem pretende ter um desempenho maior em rodovias e rodar com velocidades mais altas, o radial tem uma aplicação mais indicada. Isso porque ele vai aguentar mais esforço nas acelerações e frenagens em alta velocidade, ao mesmo tempo em que cria uma aderência maior. O convencional suporta mais os choques e esforços para condições do off-road.

Sabendo de toda essa questão de segurança, agora ficou mais fácil escolher os tipos de pneus que são mais indicados para seu veículo com base no uso, não é mesmo? Para descobrir também como fazer os rodantes durarem mais tempo, saiba 10 cuidados com os pneus do seu carro


Alerta: descubra como dirigir com ventos fortes

Fazer um monitoramento na previsão do tempo antes de viajar ou sair com o carro na cidade, especialmente em países e regiões com condições meteorológicas mais instáveis, é uma medida simples que pode ajudar a prever mudanças climáticas bruscas. Se souber do risco de alguma condição mais extrema, isso vai prevenir muita coisa.

Se, no entanto, for necessário dirigir com ventos, certos cuidados devem ser tomados para aumentar sua segurança e também a dos passageiros. Entenda o que é preciso fazer para superar essas situações e esteja preparado para imprevistos:

Busque indicativos na paisagem

Mesmo verificando a previsão do tempo, a verdade é que ventos fortes podem aparecer de repente. Nesses casos, o motorista deve ficar atento a alguns sinais. O principal deles é observar árvores e outras partes da vegetação, que dão ideia de como o vento está.

Essa estratégia pode também ajudar a perceber qual é a direção do vento. Se eles demonstram vir de frente com relação ao sentido que você segue, é preciso imediatamente reduzir a velocidade.

Caso você note que o sentido seja transversal, uma das primeiras medidas a se fazer é abrir os vidros do carro para permitir que o vento “corte” o veículo.

Segure firme no volante

Como ventos fortes tendem a desestabilizar o veículo, segurar o volante com firmeza é uma boa maneira de amenizar a situação. Afinal, grande parte da condução do carro está concentrada nele.

Deixar que a direção balance muito permite falta de estabilidade e risco maior de sair da pista e, pior, um capotamento. Com as mãos firmes no volante, você vai precisar controlar a situação e fazer força contrária ao que as rajadas indicarem.

O ideal para situações mais críticas é manter as duas mãos ao volante, segurando na parte de cima, ainda mantendo os cotovelos um pouco dobrados. Essa posição é característica de uma direção com postura defensiva. Além disso, não faça movimentos bruscos e repentinos na direção, já que eles contribuem para a perda da estabilidade.

Atente-se aos caminhões

A ultrapassagem com ventos fortes precisa ser analisada com muito cuidado. No caso de caminhões-baú ou com carroceria alta e fechada, ultrapassar um desses veículos com ventos fortes aumenta em muito as chances de um acidente.

Não se sabe se a força da rajada em questão pode tombar um caminhão. Se você estiver ao lado dele, a possibilidade de ter o carro atingido por um acidente dessa proporção se intensifica rapidamente.

O melhor é reduzir a velocidade e, de preferência, manter uma distância maior desse caminhão, além de manter a observação constante — visto que, no caso de um tombamento, ao manter a distância e velocidade compatíveis, você terá tempo para agir tanto com uma frenagem como fazendo o desvio.

Se for necessária a ultrapassagem, avalie muito bem os riscos: observe na rodovia, em um campo do horizonte mais distante, se é possível perceber na vegetação que o vento está mais forte à frente. Lembre-se também de que, enquanto está do lado do veículo, a força do vento não é tão forte, mas o vento pode vir mais forte ao sair da “zona de proteção” criada e atingir seu carro em cheio.

Calcule a velocidade ao dirigir com ventos

Alta velocidade não combina com ventos fortes. Ao perceber que essa condição climática ocorre durante sua viagem, é necessária a imediata intervenção no acelerador. Tire o pé do pedal e faça a redução o quanto antes.

Quando o vento vem de frente, contra o carro que você dirige, é imprescindível reduzir a velocidade. Do contrário, a rajada pode até servir de rampa ou obstáculo, fazendo com que você perca o controle caso esteja correndo.

Tenha cuidado com obstáculos e túneis

Túneis e outras estruturas na rodovia que podem bloquear o vento ajudam muito os motoristas a desviar das condições climáticas. Ao mesmo tempo, é importante saber que abusar de tais “vantagens” pode aumentar o risco de acidentes.

Ao sair de um túnel durante uma rajada de vento, por exemplo, há grande risco dessa situação gerar impacto direto no carro, fazendo-o sair da rota. É necessário ter a velocidade reduzida e, se possível, sinalizar a outros condutores para que todos parem antes da saída do túnel.

O melhor é observar como está a condição do tempo do lado de fora antes de sair de repente e sofrer o choque da rajada. Sinalize com o pisca alerta do seu carro que há condição perigosa à frente. Desse modo, os outros motoristas ficarão atentos.

Tente, também, entrar em contato com a polícia ou concessionária da rodovia via celular para pedir orientação com relação ao vento e também informar a situação do trânsito no túnel. As autoridades podem agir diretamente para fazer bloqueios e dar dicas de como prosseguir na viagem, além de indicar quais trechos estão mais em risco.

Use os vidros corretamente

Lembre-se sempre de que ventos fortes causam impacto maior onde a superfície bloqueia que ele passe. Ao fazer esse bloqueio, os ventos (especialmente os transversais) terão uma força maior. Por esse motivo, os vidros do carro precisam ficar completamente abertos em condições do tipo.

Quando o vento passar por dentro, sem enfrentar barreiras, o veículo sofrerá uma força de reação bem menor. Contudo, o motorista e os passageiros precisam ficar atentos a objetos que possam voar. Não é recomendado fazer movimentos bruscos na direção para desviar deles, mas se você e as demais pessoas que estão no carro estão atentas, ficará mais fácil evitar acidentes.

Aja com prudência e segurança

Como não se sabe exatamente o que pode acontecer durante as rajadas de vento forte, além da direção defensiva do motorista, os passageiros (incluindo todos no banco de trás) têm a obrigação de afivelarem o cinto de segurança.

Caso o carro seja desviado do curso e bata (ou mesmo capote), os integrantes que estiverem utilizando o cinto estarão com uma garantia a mais de não serem arremessados. Além disso, crianças que precisam ficar na cadeirinha devem ser mantidas nesses equipamentos. Deixá-las no colo só aumenta o risco de uma lesão grave.

Descobrir todas estas dicas para dirigir com ventos vai possibilitar que você tenha mais tranquilidade e controle da situação, que acaba sendo muito estressante mesmo ao tomar as precauções necessárias. Já passou por ocasiões assim? Conte sua experiência nos comentários!


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