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Rodas de aço e rodas de liga leve: entenda as diferenças

As rodas de liga leve são objetos muito cobiçados por nós brasileiros, que somos apaixonados por carros. Elas estão no topo de nossa lista de desejo, perdendo apenas para um bom sistema de som.

Sendo assim, não importa em que país nós moramos, quando compramos um carro e pensamos em customizá-lo, uma das primeiras coisas é modificar as rodas. Principalmente se o automóvel só possui versão de fábrica com rodas de aço.

Mas você conhece a diferença entre rodas de aço e rodas de liga leve? Fique atento a este post e saiba mais sobre esses dois modelos de rodas e sobre o que cada um tem a oferecer.

O que são as rodas de aço?

As rodas de aço são as mais comuns no mercado. Quando os veículos possuem versões de entrada que custam mais barato, geralmente são equipados com esse tipo de rodas.

Se comparadas com as rodas de liga leve, as rodas de aço tendem a ser mais pesadas e, devido ao material de sua fabricação, são menos maleáveis e mais difíceis de moldar. Por isso, elas acabam possuindo design limitado. Quem possui carros com essas rodas e quer investir em beleza, costuma fazer uso de calotas sobre os aros.

O que são as rodas de liga leve?

Já as rodas de liga leve são feitas de uma liga que é composta por silício de ferro e por alumínio. Eles são usados para dar resistência e leveza à roda. Por isso, elas são mais leves que as rodas de aço. A composição da liga é tão maleável que é possível moldá-la em diversos formatos, fazendo com que o ramo de rodas de liga leve possa oferecer muitos modelos e tamanhos.

Quais são as vantagens e desvantagens de cada uma?

Resistência

Com relação à resistência, as duas rodas são semelhantes, desmistificando a história de que as rodas de liga leve são frágeis. Em relação a isso, as rodas de aço é que têm uma desvantagem: elas possuem óxido de carbono, um elemento que é facilmente oxidado e causa o enferrujando das rodas.

Peso

Quanto ao peso, as rodas de liga leve são 20% mais leves que as rodas de aço. Esse alívio do peso, em longo prazo, é muito benéfico para alguns componentes dos carros, como os itens de suspensão e freios. Eles são menos forçados e, por isso, ganham mais sobrevida. Outra economia que pode vir da leveza das rodas é a de combustível — como o carro está mais leve, gastará um pouco menos gasolina.

Preço

As rodas de aço possuem custo muito inferior quando comparado com a roda de liga leve. Esse é um fator que pesa bastante contra o desejo de substituir as rodas de aço originais. A roda de liga leve tem preços bem superiores, por isso o proprietário deve analisar se é viável comprá-las.

Nesse quesito, uma vantagem das rodas de liga leve é que elas podem valorizar o veículo em até 10%, pois, é um objeto que agrega valor.

Estética

Quando se trata de design, as rodas de aço não oferecem muitas possibilidades. Como o seu material é difícil de trabalhar, existe pouca variedade de modelos e os que existem são muito semelhantes entre si. A estética dessas rodas fica por conta do mercado de calotas, que são objetos plásticos que podem ser colocados sobre as rodas para agregar beleza.

Já as rodas de liga leve, por serem feitas de material maleável, são fabricadas em diversos modelos e tamanhos. O mercado oferece opções que encantam os motoristas — essas rodas são mais bonitas que as rodas de aço e apresentam um brilho muito maior.

Manutenção

No quesito manutenção, o ponto positivo vai para as rodas de aço. Elas são mais fáceis de reparar caso venham a amassar. Se você bater em uma guia do meio-fio, por exemplo, é possível fazer o reparo de forma bem simples. Um profissional consegue recuperar o perfil original da roda batendo nela com uma marreta emborrachada.

As rodas de liga leve não oferecem possibilidade de reparo, pois, são muito difíceis de desamassar, podendo até trincar durante uma tentativa. Algumas lojas especializadas oferecem o serviço de reforma das rodas, mas é preciso avaliar as possibilidades. Se a roda estiver trincada, não é aconselhável repará-la com solda, porque a resistência e estrutura do componente já foram prejudicadas, então, usar rodas soldadas pode ser perigoso.

Qual das duas escolher?

Analisando as vantagens e desvantagens que apresentamos é possível ver qual se adéqua mais às suas necessidades e desejos. Além dos pontos anteriores, é importante pensar também no perfil de condução das pessoas que dirigem seu carro. Como as rodas de liga leve são mais difíceis de reparar, as rodas de aço podem ser a opção mais segura para motoristas que correm maior risco de raspar os pneus no meio-fio.

Outro ponto a analisar é se o seu carro é de frota ou se você o utiliza para trabalho pesado, como carregamento de cargas. Para veículos assim, não é aconselhável investir em rodas de liga leve, já que elas estariam sujeitas a danos mais facilmente.

Se você não tem essas limitações e é um amante de carros que sonha em dar aquele up no design, então pode valer muito a pena colocar rodas de liga leve. O carro ficará como você quer e estará mais bonito e valorizado.

Mas, atenção! Na hora de comprar as novas rodas é importante ter cuidado com alguns detalhes. As rodas escolhidas não podem exceder 3% do diâmetro das originais, contando com o pneu. Isso porque, acima desse valor, o carro consumirá mais combustível e haverá divergência na velocidade marcada no painel.

Depois de ler esse texto, você já sabe todos os prós e contras das rodas de aço e rodas de liga leve. Analise as diferenças e veja qual opção é melhor para você. E, se decidir trocar as rodas originais do carro, não se esqueça de ir a um local confiável e tomar todos os cuidados necessários.

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Como funcionam os pedágios nos EUA?

É cada vez mais comum o fato de os brasileiros viajarem para os EUA, seja para visitar o mundo mágico da Disney, conhecer alguns dos mais famosos pontos turísticos ou ainda fazer compras (como o enxoval). 

Isso sem contar com aqueles que se mudaram definitivamente para cá, construindo sua vida na terra do Tio Sam. Mas de uma coisa não há como escapar (e todos esses grupos precisam saber): como funciona pedágios nos EUA?

Se você quer saber como se preparar para esse tipo de situação, então não deixe de ler a postagem de hoje. Trouxemos um panorama completo para você se preparar para a próxima vez que for pegar as estradas americanas!

Afinal, como funciona pedágios nos EUA?

Quem trafega de carro pelos Estados Unidos acaba caindo nesse dilema sempre que avista um pedágio, mas é bom deixar claro que não há motivos para se preocupar. Tudo acontece de forma muito simples e rápida — como você poderá ver nesta postagem!

Assim que avistar uma cabine de cobrança, você pode agir como no Brasil, pagando o valor em dinheiro para, então, seguir a viagem. Porém, essa não é a maneira mais comum. A maioria dos carros já vem com um sistema eletrônico para esse tipo de situação! É um adesivo que fica colado no para-brisa e que abre as catracas, permitindo, então, o acesso.

Tudo acontece sem a necessidade de parar, pois o valor é debitado em um cartão de crédito previamente cadastrado. Trata-se de um sistema muito semelhante ao funcionamento do Sem Parar, no Brasil.

Isso significa que o motorista pode se dirigir para uma das filas com passagem direta e garantir ainda mais agilidade na viagem.

Vale lembrar que o sistema de pedágio pode variar de estado para estado. Assim, se for fazer alguma viagem interestadual, é bom ficar atento a esse detalhe. Na Flórida — um dos destinos mais disputados pelos brasileiros —, o sistema é chamado de SunPass (e cobre os estados da Carolina do Norte e Geórgia também).

Além desse, existe um sistema ainda mais famoso: E-ZPass. Ele é muito utilizado no Nordeste dos EUA e é um sistema mais amplo. Para você ter noção, ele é aceito em 16 estados, ou seja, tem uma atuação considerável. Por isso, é bom conferir qual é o sistema mais comum nos estados onde você vai passar.

Uma informação importante, que pode te ajudar a se organizar, é que os EUA contam com mais de 5.000 milhas de estradas com pedágios. Esse dado foi divulgado pela International Bridge, Tunnel and Turnpike Association (Associação Internacional de Pontes, Túneis e Rodovias com Pedágios). Esses percursos incluem pontes, túneis e até mesmo pistas com grande fluxo de carros.

Quanto custa cada pedágio?

Muitas pessoas ficam preocupadas também com o valor que terão que desembolsar pelos pedágios. Nada mais natural, já que somos acostumados a pagar preços um tanto quanto abusivos no Brasil.

A boa notícia é que você não precisa ficar ansioso por esse motivo. Para começar, pedágios não estão em todas as rotas e, quando estão, os preços são bem aceitáveis. É isso mesmo: os preços são tão baixos que não chegam a influenciar drasticamente nos custos de uma viagem.

Na Flórida, por exemplo, existe uma quantidade maior de pedágios, principalmente na cidade de Miami. Orlando é outro destino comum dos brasileiros e que conta com alguns pedágios, mas eles costumam ficar restritos à área aeroportuária. Ou seja, assim que você sair da região, vai ter dificuldade em se deparar com um pedágio novamente.

A Califórnia é um estado com pouquíssimos pedágios, então quem está pensando em fazer uma road trip por lá (e até esticar um pouco passando por Las Vegas), provavelmente não terá que desembolsar muito dinheiro nesse sentido.

As filas são grandes?

Esse é outro ponto positivo: como a maioria das pessoas passa no sistema automático, é difícil acumular um grande fluxo de pessoas e carros. Isso significa que é pouco provável que você gaste muito tempo com isso e o processo costuma ser bem simples para todos os motoristas.

Nesse momento, é bom ter atenção e entrar no lugar certo. No Brasil, as filas centrais costumam ser direcionadas para o pagamento em dinheiro e as da lateral direita para quem tem o sistema de pagamento eletrônico, certo?

Nos EUA, o funcionamento acontece de maneira invertida. Como o eletrônico é o mais comum, ele fica na região central — que também representa o fluxo natural da própria rodovia. É bom saber que uma quantidade maior de cabines é destinada ao pagamento eletrônico. Quem vai pagar em dinheiro precisa estar atento e se dirigir para as cabines laterais!

Posso andar nas pistas pedagiadas?

Os Estados Unidos contam com uma peculiaridade bem diferente: a possibilidade de trafegar por vias pedagiadas ou não. A Flórida é um ótimo exemplo para isso, pois você pode escolher esse detalhe observando uma sinalização específica.

Sempre que estiver escrito “TOLL” sobre o nome da rodovia que você está passando, significa que você vai ter que pagar uma quantia em pedágio.

Como agir quando o carro é alugado?

Se o veículo for alugado, é sempre bom procurar saber se o carro conta ou não com o dispositivo eletrônico. Os próprios atendentes costumam deixar isso bem claro na hora da retirada do veículo.

Ainda assim, é bem provável que você tenha algum tipo de preocupação nesse sentido. As maiores e mais conhecidas locadoras americanas já contam com esse artefato. Então, se você alugar um carro na Entrerprise, Avis ou Hertz, não precisa se preocupar!

Como o cartão de crédito cadastrado costuma ser o da locadora, a empresa fica atenta e faz um levantamento de tudo isso online. Quando você devolve o veículo, precisa pagar o valor referente a todos os pedágios por onde passou nesse tempo.

Depois de ler esta postagem e entender como funciona pedágios nos EUA, ficou bem mais fácil saber como agir quando se deparar com um deles, não é mesmo? Aproveite para desfrutar de toda a praticidade e segurança nas estradas. E você, tem alguma outra consideração sobre esses deslocamentos pedagiados? Já teve a experiência de passar por um pedágio americano? Compartilhe abaixo e ajude outras pessoas também!

8 perguntas que você deve fazer antes de comprar um carro

Comprar um carro faz parte dos sonhos de todo brasileiro que vai para os Estados Unidos. Realizar esse desejo pode ser empolgante, no entanto, é importante não permitir que a ansiedade te leve a fechar um negócio ruim.

Quer evitar que o sonho de comprar seu carro se transforme em pesadelo? Preparamos uma lista com 8 perguntas para comprar um carro. Continue a leitura e confira!

1. Quanto você pode pagar por mês?

Para responder a primeira das perguntas para comprar um carro, deixe seu orçamento guiar suas decisões. Apenas considere modelos dentro de suas possibilidades. Se você conhece a prestação que se encaixa no seu salário, você consegue determinar o pagamento mensal máximo que pode assumir.

Ao se informar sobre o preço do carro desejado torna-se possível avaliar diferentes formas e taxas dos empréstimos disponíveis e identificar qual o tamanho do impacto que isso vai gerar na sua renda mensal. Experimente pagar uma parte em dinheiro e certifique-se que a taxa oferecida pelo vendedor é mais baixa do que o seu banco ou cooperativa de crédito oferece.

2. Qual é o preço total do carro?

Pesquise os preços em várias concessionarias, guias de carros e outros recursos. Também é importante dar uma olhada nos preços das prestações e no preço de venda sugerido pelo fabricante — em inglês, manufacturer’s suggested retail price (MSRP) — de qualquer carro que você considere comprar.

Não se deixe iludir pela promessa de parcelas mensais baixas. Concentre-se no valor total que você pagará pelo carro. Negocie os menores custos para o veículo, incluindo taxas e opcionais antes de discutir o financiamento.

Fabricantes de automóveis algumas vezes oferecem baixas taxas de juros que podem parecer bem atrativas. Porém, muitas vezes ao escolher essa forma de pagamento abre-se mão de um desconto no preço à vista, aumentando o custo total do carro.

Uma opção que deve ser avaliada é pegar um empréstimo em uma cooperativa de crédito. Dessa forma é possível aproveitar o desconto do fabricante com taxas de juros ainda interessantes, reduzindo o custo total do financiamento.

3. Como ter certeza de que o carro está em bom estado?

Se você pretende adquirir um carro usado é muito importante ter consciência da história do veículo. Sempre obtenha um relatório do histórico para aferir a quilometragem e verificar se ocorreram danos no passado.

Também é importante procurar um mecânico certificado para confirmar as condições de compra. Se o vendedor parecer hesitante em permitir uma inspeção, prossiga com muito cuidado. O mais cauteloso é desistir do negócio com esse comerciante e buscar outra oportunidade.

Outra dica valiosa é que com base no VIN — vehicle identification number, ou número de identificação do veículo, em português — é possível obter um relatório com informações sobre a história do carro. Podemos, por exemplo, verificar se o automóvel foi exposto a algum acidente, desastres naturais e de que forma os reparos foram feitos.

Verifique também com o concessionário o registro das revisões efetuadas naquele veículo. Caso a empresa de venda tenha feito a manutenção corretamente, você tem grandes chances de ficar um bom tempo sem precisar fazer alguma correção no veículo.

4. Como você vai utilizar o carro?

Encontrar o carro sob medida para você começa pela identificação das suas necessidades. Pense sobre os itens que você considera relevantes. Saber onde e como você vai usar o veículo é extremamente relevante para uma decisão acertada.

Se o seu trajeto predominantemente for por estrada sem asfalto, opcionais como a tração nas quatro rodas são muito mais importantes do que para veículos de circulação urbana ou pelas estradas.

Outro ponto importante é o tipo de carga que você transporta normalmente. Se você pretende transportar grande quantidade de mercadorias, considere a compra de uma pick up; já se a preferência é o transporte da família um utilitário pode ser muito mais interessante para você.

Leve em consideração também outros itens, como consumo de combustível, performance, conforto dos passageiros e os dispositivos de segurança disponíveis. Falando em segurança, experimente verificar na internet como o veículo que você está de olho se saiu na manobra do alce. A segurança pode fazer toda a diferença na decisão de compra!

5. Quais serão os custos de manutenção?

Muitas pessoas compram carros que não conseguem manter e logo são obrigados a repassar o veículo. Isso é muito triste, mas podemos evitar com alguns cuidados básicos na hora da compra. O custo de manutenção varia entre as marcas, modelos e até ano de fabricação.

Existem algumas opções para encontrar os valores dos modelos que você está pensando em comprar. É possível procurar a informação em sites automotivos ou entrando em contato com mecânicos e em conversas com proprietários. É muito importante consultar e conhecer as experiências de donos dos veículos desejados.

Ainda falando de manutenção, lembre-se de questionar sobre a disponibilidade de peças para a reposição. Em caso de problema e necessidade de substituição de itens, dependendo do estoque de peças do fabricante, você pode ficar dias ou até semanas aguardando o componente para o conserto.

6. Qual seria o custo do seguro?

Ao levantar o custo total do seu carro, lembre-se de que o seguro varia muito em relação ao modelo de veículo e ano de fabricação. As seguradoras também levam em conta a região onde o carro será utilizado e o local que ficará guardado.

Os custos com seguro são relevantes ao tratarmos dos gastos anuais com o carro. Ligue para as companhias de seguro para avaliar quanto custará a proteção para os modelos que você está pesquisando, pois isso evitará surpresas desagradáveis.

7. Qual é a cobertura da garantia?

Uma boa garantia oferece uma proteção completa em relação aos custos futuros de reparos. Durante a compra, procure saber exatamente qual é a cobertura e por quanto tempo.

Algumas garantias podem incluir assistência a paradas na estrada, uma vantagem que pode te proteger em viagens. Compare as opções de garantia com o que é coberto pelo seu seguro de forma que você não pague pelo mesmo serviço duas vezes.

Questione qual é a política de devoluções da empresa. Algumas concessionárias podem rir dessa pergunta, porém, uma empresa séria provavelmente te dará tempo para repensar a compra e, pelo menos, te oferecerá outro carro pelo mesmo valor. A regra é que nenhuma te devolverá o dinheiro.

8. Como ficará o preço na revenda?

Por último, mas não menos importante, você deve fazer uma projeção de quanto tempo você pretende ficar com o carro e tentar prever o preço da revenda.

O valor da revenda é muito importante, pois normalmente os proprietários utilizam esse valor de entrada na compra de um veículo novo. Verifique os guias NADA para ter noção e avaliar os valores para comércio e varejo de carros usados.

Se você gostou das dicas sobre perguntas para comprar um carro, entre em contato conosco e conheça nossos serviços!

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