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Como economizar dinheiro morando nos Estados Unidos?

Emigrar para os Estados Unidos em busca do sonho americano é a pretensão de diversos brasileiros. Mas a cultura norte-americana é diferente da brasileira, e para que tudo dê certo na empreitada é conveniente economizar dinheiro e se adaptar ao novo estilo de vida.

Hoje, os imigrantes são conhecidos por economizar muito mais em solo americano do que os próprios nativos locais. Esse fenômeno tem várias razões, que vão desde o aumento da jornada de trabalho até a persistência em encontrar um emprego. Além disso, os imigrantes usualmente têm como intenção conduzir melhor os recursos para melhorar de vida, enviar dinheiro para familiares distantes ou realizar sonhos de consumo mais amplos.

Quer saber como fazer isso? Então continue a leitura deste post e descubra ótimas dicas para economizar dinheiro nos Estados Unidos!

Procure por lojas populares

Nos Estados Unidos, a variedade e quantidade de produtos disponíveis em lojas populares é muito maior do que nas equivalentes brasileiras. Redes como a Dollar Tree e a 99 Cents Only Stores vendem produtos de boa qualidade, que vão desde comidas até material de higiene pessoal.

Para vestuário e móveis você pode procurar as famosas lojas wholesales ou outlet, como a conhecida Bj’s e aqui em Massachusetts a loja Burlington Coat Factory, que oferece produtos de marcas famosas com até 90% de desconto do preço original das lojas. São produtos com leves defeitos, mas que na maioria das vezes você nem consegue achar o que está de “errado” com as roupas. E diferente do Brasil, os descontos realmente chamam atenção, você consegue comprar calças e roupas por $10, $20, consegue mudar seu guarda-roupas gastando quase nada.

Fazer compras nesses locais é um hábito que salvará muitos dólares da sua carteira a cada semana. Dessa forma, você seguramente poderá economizar dinheiro nos Estados Unidos!

Opte por dividir aluguel ou morar em basements

É muito comum no EUA morar fora da casa dos pais durante e logo após a faculdade, como também é comum para imigrantes virem para o país sem familiares para morar juntos. Um dos maiores gastos no EUA vem dos aluguéis, que comparados com o Brasil, são muito superiores em valores. Uma dica é procurar pessoas para dividir um apartamento ou até alugar somente um quarto na casa de alguém, para poder dividir os custos de aluguel e as despesas da casa. Outra opção é morar nos basements, que são os porões das casas, muito comuns por aqui no país. Normalmente são alugados a preço totalmente acessíveis e proporcionam uma economia significativa no final do mês.

Faça a comparação de preços

Mesmo entre as lojas populares ou grandes redes de supermercado e lojas fast-fashion, é conveniente realizar uma pesquisa de preços a fim de saber qual local apresentará o melhor custo-benefício.

Se você está muito interessado em um determinado produto, faça uma pesquisa na internet ou em lojas físicas próximas, de modo que possa descobrir os preços em diversos estabelecimentos. E só então compre os itens mais vantajosos.

Espere por promoções especiais

Nos Estados Unidos, diversas lojas oferecem promoções especiais aos seus clientes. Por isso, se a compra que está fazendo não for essencial (como alimentos, por exemplo), uma boa ideia é esperar por datas como a Black Friday para adquirir seus objetos de desejo.

Use e abuse dos cupons

Os cupons de desconto são excelentes soluções para quem pretende economizar dinheiro morando nos Estados Unidos. No país, existe grande variedade de revistas e publicações destinadas a essa finalidade. E a aceitação (e aprovação) desses impressos de descontos é quase que unânime entre os empreendimentos mais comuns no mercado.

Quem já assistiu a programas de televisão norte-americanos sabe que é possível pagar a compra inteira do mês utilizando apenas cupons — o que poderá economizar muito dinheiro do seu orçamento!

Trabalhe mais horas

Nos Estados Unidos, há uma flexibilização das horas de trabalho dos funcionários. Por isso, é possível conseguir horas extras naquele lugar em que está empregado. Como a maioria dos locais paga por hora de trabalho, essa é uma ótima pedida para aumentar a sua renda mensal.

Outra saída é procurar um dos chamados “part time jobs”, que são aqueles empregos de meia jornada de trabalho. Os cargos podem servir para complementar a sua renda semanal ou mensal.

Evite comer fora de casa

Assim como no Brasil, a comida fora de casa nos Estados Unidos pode sair muito mais cara do que cozinhar em casa. Programe-se para saber quais serão suas refeições ao longo da semana, e tire um dia para comprar nos mercados e mantê-las na geladeira.

Se possível, leve marmitas para o trabalho. Isso ajuda a economizar dinheiro morando nos Estados Unidos, sem dúvida!

Quando surgir alguma emergência, opte por redes populares de alimentação. É o caso da rede Wendy’s, que oferece o já famoso “4 for 4”, em que você adquire um combo com quatro alimentos (hambúrguer, batata frita, refrigerante e shake) por U$ 4.

Opte por marcas mais baratas

Ao entrar em uma rede de supermercados do país, é possível encontrar uma infinidade de marcas que comercializam o mesmo produto. Por isso, sempre procure por aquela que seja mais em conta! Mas isso não é tudo: antes de tomar a sua decisão final, aspectos como o prazo de validade dos ingredientes devem ser levados em consideração.

Uma boa estratégia é escolher aqueles pacotes “tamanho família” disponíveis no mercado. Atente-se, mais uma vez, ao prazo de validade, e organize a sua rotina para consumir toda aquela quantidade no período apropriado.

Considere as refeições congeladas

A gama de variedades de refeições congeladas nos Estados Unidos é grande, e é possível achar marcas, nos grandes supermercados, que vendem refeições completas por apenas U$ 1. Claro, não baseie todo o seu cardápio nessas refeições, mas uma boa dica é deixar algumas reservadas no seu freezer para matar a fome sem gastar muito dinheiro!

Ande sempre com dinheiro vivo

Nos ônibus e outros transportes públicos, não é incomum que não haja troco para a compra de passagens. Assim, se você não tiver a quantia exata disponível, o seu troco ficará de gorjeta para o cobrador.

Isso, obviamente, não é a situação ideal para quem deseja economizar dinheiro morando nos Estados Unidos. É muito importante andar sempre com moedas e dinheiro vivo na sua carteira!

Procure pelos centros de informação ao turista

Nas cidades americanas, existem vários locais especializados no cuidado com turistas que visitam o país. Nesses lugares, não é incomum encontrar panfletos de serviços em desconto e outras coisas úteis para o dia a dia em solo americano.

Procure as lojas Goodwill

As lojas Goodwill são especializadas em receber doações e vendê-las a preço ilustrativo. Elas visam melhorar a vida da população mais carente do local, ou, no caso, daqueles que desejam economizar dinheiro nos Estados Unidos.

Nesses estabelecimentos, pode-se encontrar desde roupas de marca a U$ 5, em ótimo estado, até brinquedos e cosméticos.

Utilize a internet

Na internet norte-americana, é possível encontrar várias promoções que, muitas vezes, não acontecem nas lojas físicas das mesmas marcas. Por isso, ela pode ser uma grande aliada nesses momentos de contenção de recursos.

Além disso, muitos estabelecimentos oferecem descontos para clientes de primeira viagem. Então, ao fazer o cadastro nos sites, há o abatimento no valor total da compra.

Outra boa ideia é utilizar sites de compra coletiva para efetuar suas transações. Sites como Groupon apresentam boas oportunidades de desconto em cinemas, restaurantes, utilidades para o lar, passeios e outras atividades. Porém, lembre-se de que é importante ficar atento às datas de vencimento de cada promoção.

Controle seus impulsos de consumo

Ao chegar aos Estados Unidos, as pessoas se deparam com uma variedade tão grande de produtos, a um preço tão consideravelmente menor do que no Brasil, que correm o risco de ficar muito encantados com aquela situação. E comprar demais, tudo de uma vez.

No entanto, para acumular dinheiro, o mais importante é que a pessoa aprenda a controlar suas despesas e gastar com apenas aquilo que for essencial para o seu dia a dia. Fazendo isso, ela poderá, pouco a pouco, economizar e, eventualmente, alcançar um objetivo maior de consumo — como adquirir a casa própria ou um carro.

Economizar dinheiro nos Estados Unidos não é tarefa fácil, mas é algo possível. Com algum planejamento, podem-se juntar vários dólares a cada semana.

Gostou das dicas? Compartilhe este texto nas suas redes sociais e auxilie seus amigos que também estão morando nos Estados Unidos ou emigrando para o país!


Qual é a diferença de preço entre um carro de luxo no Brasil e nos EUA?

O brasileiro é naturalmente apaixonado por carros e sempre tem aquele modelo que é o seu sonho de consumo. Morar nos Estados Unidos pode ser a oportunidade perfeita de adquiri-lo, pois os preços são muito mais acessíveis na terra do tio Sam.

Para deixar mais claro, vamos mostrar, neste post, a diferença de preço entre um carro de luxo no Brasil e nos EUA. Confira!

Base de comparação

Para uma comparação mais justa, é necessário igualar as condições, pois quem mora no Brasil recebe seu salário e realiza suas compras em reais, enquanto os habitantes dos Estados Unidos fazem o mesmo, só que em dólar.

Isso significa que o poder de compra de um e de outro não pode ser equiparado apenas realizando a conversão de valores. Mostraremos aqui, portanto, com quantos salários mínimos é possível adquirir um ou outro carro.

O salário mínimo brasileiro considerado foi de R$ 937, aprovado no dia 1 de janeiro de 2017, enquanto o salário mínimo americano é de aproximadamente US$ 1.200 — os valores variam de estado para estado e de acordo com as horas trabalhadas. Vamos às comparações?

Chevrolet Camaro

O esportivo de porte médio da Chevrolet foi criado para competir com o Ford Mustang, na categoria de “Muscle Car”, isso é, um carro com potência, performance e tamanho elevados.

Desde 2009, a GM produz a nova versão do Camaro. Esse carro se popularizou entre os brasileiros principalmente após a viralização da música da dupla sertaneja Munhoz e Mariano em meados de 2011 e é considerado um carro de luxo no Brasil.

Agora vamos aos preços: em terras canarinhas, sua versão SS V8 custa R$ 210.000. O equivalente a 224 salários mínimos. Nas terras americanas, o Camaro custa a bagatela de US$ 34.500. Ou seja, quase 29 salários mínimos. Sete vezes mais barato que no Brasil.

Toyota Corolla

No Brasil, o Corolla tem feito muito sucesso, principalmente entre as pessoas mais velhas. É considerado um carro relativamente caro.

Já nos Estados Unidos, ele é considerado sim um carro muito bom, mas de maneira alguma é um carro de luxo — mas justamente devido à sua popularização, decidimos colocá-lo na lista.

O modelo mais “top” no Brasil, o Altis, custa R$ 99.233, quase 105 salários mínimos. E nos Estados Unidos você pagará, pelo mesmo modelo, R$ 23.780, ou 20 salários mínimos.

Mercedes-Benz C63 AMG

O C63 é versão esportiva da classe C da Mercedes-Benz e é um carro com todo o estilo, conforto e potência necessários para os amantes desses veículos automotivos.

Para você conhecer um pouco mais, esse belo esportivo acelera de 0 a 100km/h em apenas 4 segundos, e tem como velocidade máxima 270 km/h (limitada eletronicamente), podendo chegar a 290km/h com o pacote Drive.

Essa beleza toda tem um preço. Nos Estados Unidos, você paga US$ 63.900 por tudo isso, ou seja, 53 salários mínimos. E no Brasil? Segura o coração: R$ 476.891. O equivalente a 509 salários mínimos! Quase 10 vezes mais caro.

Jeep Grand Cherokee

A Jeep tem ficado cada vez mais popular no Brasil devido ao seu design diferenciado combinado a ótimas características mecânicas. Um dos modelos mais famosos, e também o top de linha da marca, é o Grand Cherokee.

Nos Estados Unidos, ele sai por US$ 36.895. Quase 31 salários mínimos. E no Brasil? Ele custará R$ 219.000. Quase 234 salários mínimos…

Honda Civic

Esse carro entrou para esta lista porque, assim como o Corolla da Toyota, é considerado um carro de luxo no Brasil — embora na terra do fast food esse cenário é bem diferente.

Isso se deve principalmente no preço: no Brasil, um Honda Civic custa a partir de R$ 73.024 (78 salários mínimos), e nos Estados Unidos ele custa apenas US$ 18.490 (15,4 salários mínimos).

Formas de pagamento

A forma mais comum de comprar um carro, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, é por meio de um financiamento. Ou seja, uma instituição te empresta o dinheiro e você paga em parcelas com juros, o que vai aumentar o preço final do produto.

E existem sim diferenças no financiamento entre o Brasil e os Estados Unidos. Para começar, as taxas de juros são muito maiores em solo brasileiro, podendo aumentar em quase 50% o preço final do produto.

Além disso, as parcelas geralmente são altas para uma pessoa que recebe algo em torno de um salário mínimo pagar.

Já nos Estados Unidos, as taxas de juros são menores e as parcelas cabem no bolso das pessoas, até mesmo para quem recebe um salário mínimo. O poder de compra é bem maior.

Claro que para receber todo esse crédito é necessário ter alguns pré-requisitos, o que pode dificultar a vida de alguns imigrantes. Mas é por isso que existem as empresas e instituições que visam auxiliá-los. A Inman Motors é uma delas.

A diferença de preço entre um carro de luxo no Brasil e nos EUA

A diferença de preço entre um carro de luxo no Brasil e nos EUA é bastante gritante, como já pudemos perceber. Isso deixa alguns brasileiros com muita raiva e desconfiança. Mas por que isso acontece?

Primeiramente, devido aos impostos. O Brasil vive um cenário de instabilidade política e econômica, o que eleva a cobrança de impostos e aumenta o preço dos produtos. Isso reflete desde a importação do carro pronto até a importação de peças necessárias para realizar a montagem.

Mas há quem diga que o governo não é o único culpado: as próprias montadoras são condenadas pelo preço abusivo. Se há quem paga, por que não elevar o preço, não é mesmo?

Independentemente do motivo, a verdade é que quem vem morar no Estados Unidos tem várias oportunidades de realizar sonhos e deve aproveitá-las sem pestanejar. Em que outra fase da sua vida você terá as condições e o conforto que tem aqui?

Agora que você já sabe a diferença de preço entre um carro de luxo no Brasil e nos EUA, pode ponderar se vale a pena comprar um veículo e qual será o melhor momento para tal.

E vale lembrar que todos os preços apresentados anteriormente foram para carros novos. Por que não procurar seminovos? Saiba quais são as vantagens de ter um seminovo na sua garagem!


Credit score: como conseguir um cartão de crédito nos Estados Unidos?

 

Morar nos EUA é o sonho de muitos brasileiros. Os bons salários somados à qualidade de vida atraem muitos que viajam na esperança de montar um “pé de meia” e adquirir bens com os quais, no Brasil, não poderiam nem sonhar, devido às altas taxas de juros e impostos.

Nos EUA, porém, a realidade é outra. Aqui, não é preciso ser milionário para ter um bom carro ou uma boa casa, nem suar a camisa para pagar taxas de juros absurdamente altas de um financiamento que dura a vida toda. Para realizar seus sonhos na terra do tio Sam, você só precisa de uma coisa: um bom Credit Score.

O sistema de crédito americano é bem diferente do brasileiro, e neste post, vamos ensinar tudo o que você precisa saber sobre como ele funciona e como conseguir cartão de crédito nos Estados Unidos. Vamos lá?

Como funciona o sistema de crédito americano?

No Brasil, para conseguir qualquer linha de crédito, é preciso não ter o nome “sujo”, ou seja, não ter nenhuma dívida em aberto, possuir um emprego estável ou dinheiro no banco.

Quanto menos dívidas uma pessoa tem, maior o crédito dela na praça e, portanto, mais fácil fica de conseguir financiar uma casa, carro ou conseguir um empréstimo.

Porém, os EUA vão pelo caminho contrário. Eles usam o número de dívidas que uma pessoa adquiriu para analisar se ela é ou não uma boa pagadora.

Ou seja, se você tem seu nome “limpo”, mas não tem nenhum histórico de dívidas contraídas (e pagas, claro), você é uma incógnita para o sistema de crédito americano e, portanto, não terá crédito aprovado.

Para mudar isso, você precisa construir o chamado Credit Score. Existem três empresas que funcionam no mesmo estilo do Serasa Experian por aqui: são a TransUnion, Equifax e Experian.

Elas fornecem aos bancos e às instituições financeiras a pontuação de uma pessoa, quando esta se aplica para alguma linha de crédito, por exemplo, comprar um carro.

De acordo com o sistema, qualquer pessoa começa com o Credit Score baixo, não importa se você é americano ou imigrante, ou se tem 10 ou 10 mil dólares na conta.

À medida que você vai adquirindo dívidas e pagando-as em dia, o sistema reconhece que você é um bom pagador e lhe confere pontuações que vão subindo se você mantiver a postura.

Mesmo que você tenha um histórico de pagar tudo em dia, mas faz seus pagamentos no débito ou no dinheiro, pois não quer se endividar, você não vai conseguir uma boa pontuação no seu Credit Score.

Como brasileiro, isso tudo pode parecer muito estranho, visto que no Brasil se endividar é uma “furada”. As taxas de juros de cartões de crédito brasileiros podem chegar a mais de 500% ao ano, enquanto nos EUA elas são bem mais baixas, estimulando muito mais o consumo.

Quais são as classificações do Credit Score?

Para começar a construir o seu Credit Score, é preciso ter o seu Social Security Number, que é o equivalente ao CPF brasileiro. Após tirar seu número, seu Credit Score começa a contar automaticamente a partir do seu histórico de pagamentos e contração de dívidas.

O Credit Score de uma pessoa é marcado por uma pontuação dividida em quatro níveis classificatórios, obedecendo à seguinte regra:

  • Crédito Ruim (Bad Credit): 300-629 pontos

  • Crédito Mediano (Average Credit): 630-689 pontos

  • Crédito Bom (Good Credit): 690-719 pontos

  • Crédito Excelente (Excellent Credit): +720 pontos

Ou seja, quanto maior a pontuação, maior o seu crédito. O estabelecimento de um bom crédito nos EUA parte da construção de um bom histórico de pontuações, que lhe garantem, em certa medida, uma confiança do sistema financeiro na sua capacidade de acumular dívidas e, por conseguinte, de quitá-las em dia.

Como conseguir cartão de crédito nos Estados Unidos?

Mas, se para conseguir um bom Credit Score, eu preciso de um cartão de crédito, e para conseguir um cartão de crédito, eu preciso de um bom Credit Score, o que fazer?

Esse pode parecer um beco sem saída, mas a verdade é que existem alternativas para que você consiga construir seu histórico, conseguir um cartão de crédito americano e comprar aquele tão sonhado bem. Veja abaixo algumas dicas que separamos para você:

  • Pague suas contas em dia. Sempre! Contas de água, luz, telefone, TV à cabo e internet são importantes. Quando seu histórico é checado e há registro de atraso de contas, isso gera insegurança para o banco, e seu crédito continua baixo.

  • Peça um cartão de crédito pré-pago e utilize-o. Existem instituições financeiras nos EUA que concedem esse tipo de cartão, como a Capital One e a Wells Fargo. Elas funcionam da seguinte maneira: você deixa um depósito no banco que cobrirá as dívidas do cartão por 6 meses. Após esse prazo, e se você tiver tido um bom comportamento, esse dinheiro é estornado e você passa a ter um cartão de crédito comum.

  • Pesquise sobre as taxas de juros e duvide de ofertas milagrosas! Quanto maior os juros, mais fácil será conseguir um cartão de crédito, porém, é preciso cuidado para não se embolar em dívidas e acabar atrapalhando sua pontuação.

  • O limite dos cartões pré-pagos geralmente é baixo, mas uma das coisas que influencia no seu Credit Score é nunca gastar mais do que 50% dele. Ou seja, se o seu limite é de US$400 por mês, não utilize mais de US$199.

  • Isso já deve estar claro, mas sempre vale lembrar: pague as faturas em dia! Qualquer atraso será computado como pontuação negativa no seu histórico.

  • Não peça um cartão de crédito comum antes de ter um bom Credit Score. Cada vez que você faz o pedido, o banco verifica o seu Credit Score e, caso este seja negado, você terá no seu histórico o chamado Hard Inquiry. Quanto mais Hard Inquiries você tiver, ou seja, quanto mais pedidos negados, pior será sua pontuação. Isso porque as instituições financeiras partem do princípio de que, se você está pedindo crédito demais, é porque está sem dinheiro, e se está sem dinheiro, será um mau pagador.

Agora que você já sabe como conseguir cartão de crédito nos Estados Unidos, você pode utilizar o Credit Karma para consultar sua pontuação antes de fazer o pedido. O site mostra seu Credit Score gratuitamente, por meio das informações que você fornece.

Outro ponto importante para melhorar o Credit Score é ter uma conta em um banco americano. Se você tem dúvidas sobre como abrir a sua, veja a nossa checklist e saiba tudo que você precisa ter para ser aprovado!


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