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Novas tecnologias: como será o som automotivo do futuro?

A tecnologia no som automotivo vem desenvolvendo-se para aprimorar qualidade, potência e  por que não?  inovar no jeito de ouvir música. Já pensou em um sistema que não precise mais de alto-falantes? Ou que cada passageiro possa ouvir uma música diferente a partir de um mesmo rádio?

Tudo isso está se tornando realidade. Descubra agora como o som automotivo do futuro vai ser tocado no seu veículo.

Tecnologia no som automotivo

O som automotivo, bem como qualquer ruído externo em um carro, é uma preocupação das montadoras e empresas de áudio. Elas analisam constantemente produtos que possam ser soluções eficientes para criar uma melhor qualidade de áudio interno e tornar o carro um ambiente acusticamente isolado.

A música é, sem dúvida, uma grande companheira de quem anda de carro. Ao mesmo tempo, os sons externos de um veículo podem não só atrapalhar o que se quer ouvir, mas, até mesmo, incomodar durante um trajeto. É por isso que as empresas estão em busca de produtos que façam do interior do veículo um local de conforto em relação aos barulhos. 

Muitos estudos vêm sendo realizados para implantar novidades no setor e, dessa forma, melhorar a qualidade do áudio e o modo como ele é propagado dentro dos veículos. 

Um dos itens pensados para criar esse isolamento já existe — uma película tão fina quanto um fio de cabelo foi desenvolvida para ser instalada nos vidros e ajudar a abafar ruídos vindos de fora. A Ford desenvolveu esse sistema e o utilizou no modelo Mondeo, lançado em 2016, na Alemanha. 

Diferentes empresas dedicam-se a desenvolver soluções inteligentes em diversas áreas. Para citar um exemplo, é também da Alemanha o projeto que envolve o som automotivo sem alto-falantes. Como assim? Continue aqui e entenda!

Som sem alto-falantes

A Continental AG, empresa alemã do setor automobilístico que produz pneus e equipamentos eletrônicos para Audi, Mercedes-Benz e Volkswagen, desenvolve, desde 2017, propostas de um som automotivo que funciona a partir do painel, de colunas, do forro do teto e do encosto dos bancos. Trata-se da aposentadoria dos alto-falantes!

O que a empresa informou é que essas diferentes partes do veículo podem emitir uma frequência de som, o que substitui o alto-falante. Isso só é possível pela utilização de autuadores elétricos (equipamentos eletromecânicos que controlam o movimento de válvulas e, por isso, emitem som) instalados em várias partes da carroceria e também nos bancos.

O projeto é conhecido como “Ac2ated Sound” e foi apresentado no Salão de Frankfurt, em setembro de 2017.

Ele também foi pensado como forma de diminuir o peso nos carros e reduzir o espaço ocupado pelo som automotivo. Para modelos elétricos, que precisam de leveza para ganharem autonomia e serem eficientes, essa inovação faz toda a diferença. Sem alto-falantes, metros de fio deixam de ser necessários.

Um som automotivo pode ocupar até 30 litros no interior do carro e pesar 15 quilos. O Ac2ted Sound exige espaço de um litro e pesa em torno de um quilo.

Caixas slim

Uma novidade que ajudou a deixar o som mais limpo e com menos ruído, mesmo em se tratando de buscar graves fortes, é o uso das caixas slim. Essa tecnologia aplicada em subwoofers possibilita que o som alcance uma boa potência sem as famosas vibrações das caixas tradicionais, que fazem, até mesmo, a lataria tremer.

O modelo é conhecido como HVT, ou Transformação Horizontal Vertical. Ele atua na forma como o deslocamento do ar no diafragma e na bobina de voz é emitido. Ao invés de ser vertical, gerando ruídos na caixa, o deslocamento do ar acontece na horizontal. Ao mesmo tempo em que essa direção é alterada, a área de vibração fica maior, o que reflete na redução dos barulhos na caixa.

No entanto, não é porque as vibrações ocorrem de forma mais dissipada que a potência é reduzida. Pelo contrário, os graves ficam ainda melhores e mais nítidos, e os diferentes instrumentos utilizados nas músicas ganham um destaque melhor. Em termos simples, a caixa slim faz com que o grave esteja mais bem equalizado nos alto-falantes.

Um outro benefício dessa tecnologia é que o espaço exigido para a instalação é menor, assim, a caixa slim pode ser instalada no porta-malas, atrás do painel ou embaixo do banco. Ela costuma ter 34 centímetros de largura, seis centímetros de altura e 25 centímetros de profundidade.

Rádio híbrido

Ouvir música no carro, durante uma viagem ou no dia a dia, também deixou de ser sinônimo de depender apenas de um equipamento. O rádio divide a cena com smartphones, iPodstablets, por exemplo.

Se antes o CD permitia uma qualidade ideal, a mídia praticamente caiu em desuso porque sua capacidade de armazenamento é infinitamente menor que a de outros gadgets, como os flashdrives.

É por isso que rádios com conexões com CD passaram a ter entradas USB, permitindo, assim, carregar e conectar smartphones e usar funções wifi e bluetooth.

Um rádio automotivo, hoje, pode ter capacidade, inclusive, para conectar-se com diferentes aplicativos, o que permite, até mesmo, ouvir música de emissoras de outras partes do mundo.

Som personalizado

Para quem procura experiências mais personalizadas, há também, no mercado, produtos que permitem que cada banco do veículo tenha uma qualidade de som e uma música diferentes. Isso é possível por meio de uma tecnologia desenvolvida para encosto de banco. Há ainda equipamentos que permitem ter a sensação de estar em uma boate, pois emitem vibrações da música para o corpo.

Carros conceituais, como o Peugeot Fractal, apresentado no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em 2015, foram referências nesse tipo de produto. A empresa SubPac fez parceria com a montadora francesa para permitir essa experiência.

Som e imagem

Ter disponíveis áudio e imagem no carro é cada dia mais comum, e os equipamentos de DVD e centrais multimídias garantem uma enorme interação tanto com o motorista quanto com os passageiros. Esses equipamentos elevaram o patamar do rádio comum.

Assistir à TV, jogar videogame ou assistir a filmes e videoclipes é uma realidade e pode ocorrer no painel ou nos encostos dos bancos.

As telas ainda permitem a interação com aplicativos que mostram a situação do trânsito, ou o acesso aos sistemas Apple Carplay ou Android Auto, que garantem diferentes funcionalidades entre o smartphone e o equipamento do veículo.

Você percebeu que é possível ter diferentes experiências musicais e multimídias de dentro do carro e com a mais alta qualidade de som? Claro que algumas opções podem estar um pouco distantes do bolso, mas, com o tempo, as tecnologias se tornam mais acessíveis.

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4 músicas inspiradas em carros para colocar na playlist

Os carros representam muitas coisas, que vão desde a personalidade até o status social de seu dono. Assim como filmes, existem diversas músicas inspiradas em carros para você ouvir por aí.

E por trás de toda música existe também uma história. Quer saber qual é o calhambeque de Roberto Carlos, ou o porquê Janis Joplin gravou Mercedes Benz? Então continue lendo esse post. Você definitivamente vai adicionar estas preciosidades à sua playlist!

1. O Calhambeque

Imortalizada pela voz do rei Roberto Carlos no início dos anos 60, no álbum “É Proibido Fumar”, esta foi uma das músicas que marcaram o início do rock no Brasil. Mas você sabia que ela foi inspirada numa música americana?

A caçada da marmota

Pois é: O Calhambeque é uma versão de Road Hog, composta e interpretada por John D. Loudermilk, lançada em 1962. Esta, por sua vez, é uma versão de outra música muito mais antiga, do final do século XIX. A primeira versão, tocada em banjo, narrava a história da caçada a uma marmota.

O “dono da estrada”

A versão de Loudermilk contava a história de um “racha” entre dois carros numa estrada. Sabe aqueles motoristas que chegam buzinando, dando sinal de luz e agindo de várias outras maneiras nada educadas?

Este é o “Road Hog”, ou “dono da estrada”, em uma tradução não literal. E a graça do final dessa música é que o narrador é o xerife da cidade e, provavelmente, o “road hog” vai parar atrás das grades.

O calhambeque de Roberto Carlos

Já a versão de Roberto Carlos, que tanto conhecemos e amamos, conta a história de um cara que precisou mandar seu Cadillac para o conserto. Para não ficar sem carro, alguém lhe empresta um muito velho.O narrador fica todo preocupado de não conseguir se dar bem com as garotas com aquele carango carinhosamente apelidado de “calhambeque”.

Mas, no fim das contas, muitas garotas se atraem por aquele carro, que acaba conquistando o coração do narrador. Quando o Cadillac sai do conserto, deixa-se a entender que Roberto não se desfez do calhambeque.

Mas, afinal, qual carro é o famoso calhambeque?

Essa é uma curiosidade que muitas pessoas possuem e que já foi esclarecida há alguns anos. O calhambeque de Roberto Carlos é um Ford 1929, cheio de classe e estilo! Assim como o de Roberto, nosso coração também ficou com o calhambeque, beep-beep…

2. Mercedes Benz

“Oh Deus, você não vai me comprar um Mercedes Benz?” Você, provavelmente, já deve ter ouvido essa famosa frase em uma das músicas mais icônicas de Janis Joplin. Talvez esta música só tenha se eternizado por ter sido a última gravada pela cantora, três dias antes de sua morte.

No guardanapo de um bar

Cantada inteiramente a capella, é possível ouvir apenas a belíssima voz de Joplin e o balançar de suas pulseiras. Mercedes Benz é uma música criada completamente no improviso, numa noite nova-iorquina.

Janis Joplin bebia em um bar, antes de um concerto, junto a seus amigos Bob Neuwirth e Geraldine Page, quando começou a cantarolar o primeiro verso dessa icônica canção. Page e seu marido começaram a acompanhar com batidas na mesa enquanto Bob escrevia a letra em um guardanapo.

Segundo declarações de vários amigos da cantora, Joplin já estava com o verso “Oh Lord won’t you buy me a Mercedes Benz” na cabeça há algum tempo, desde quando a ouviu de seu amigo, o poeta Michael McClure.

Gravada por tédio

Pode parecer um motivo muito bobo para se gravar uma música, mas Mercedes Benz não teria sido gravada se falhas técnicas não tivessem obrigado a banda de Janis Joplin a dar uma pausa no trabalho.

Aborrecida enquanto esperava os problemas serem resolvidos, a cantora começou a batucar os pés no chão e a cantarolar a música. Os problemas técnicos foram resolvidos e a gravação se preservou, tornando esta a última canção gravada pela cantora antes de sua morte. Mercedes Benz é definitivamente o ponto alto de seu álbum póstumo Pearl, de 1970.

Crítica social

Apesar de citar dois grandes carros (o Mercedes Benz e o Porsche), a canção de trata de uma crítica social ao consumismo. Ela inicia a música dizendo que quer fazer uma canção de grande importância social e poética, e assim o fez!

Ao pedir não somente uma Mercedes Benz, mas também uma TV em cores e uma noite na cidade, Janis Joplin quer passar a mensagem de que não são artigos de luxo que tornam você uma pessoa melhor.

Mercedes Benz para sempre

Assim como outras músicas de Janis Joplin, Mercedes Benz se tornou atemporal. E mais: ela foi e é interpretada até hoje por diversos artistas, tal como Elton John, em 1971. É uma música deliciosa de se ouvir, que mostra todo o talento de Janis Joplin.

3. I’m in love with my car

Queen é uma banda que compôs e interpretou diversas canções sobre amor. E esta não é diferente. É, talvez, uma das músicas inspiradas por carros mais profundas da história.

Criação de Roger Taylor

O baterista da banda, Roger Taylor, é responsável não só pela letra, mas também pelos vocais dessa bela música. Ele gostou tanto de sua criação que se trancou em um armário até que Freddie Mercury aceitasse colocar a música no Lado B de “Bohemian Rhapsody (1975)”, single e música mais famosos de Queen.

A máquina de um sonho

A paixão do eu-lírico é tão grande que já é demonstrada no início da música. Aos poucos, os detalhes de um carro, tal como a sensação de dirigir, são descritos de uma maneira linda e passional. Mais à frente, o autor diz que terminou com sua garota, pois preferia comprar um carburador, demonstrado mais uma vez que o carro vinha em primeiro lugar na sua vida.

Alfa Romeo x Triumph TR4

Novamente, pergunta-se qual foi o carro que inspirou uma canção. Na época, Roger Taylor era dono de um Alfa Romeo e, por isso, muitos dizem que este é o carro falado na música. Mas, na verdade, a música foi inspirada em Johnathan Harris, que era fascinado por seu Triumph TR4. Há de se concordar que ambos são belíssimos carros, não é?!

4. Camaro Amarelo

Todo brasileiro com certeza já ouviu esta música interpretada pela dupla sertaneja Munhoz e Mariano. Talvez, quando se pense em músicas inspiradas em carros, a primeira que venha à mente de muita gente é Camaro Amarelo.

A música chiclete passou a bombar logo com seu lançamento em maio de 2012. Ficou no topo das paradas por meses e era difícil passar um dia sem escutá-la nas rádios. Na mesma época, surgiam outras músicas sertanejas inspiradas em carros, tal como “Fiorino”, de Gabriel Gava.

A compra do Camaro Amarelo

Ao contrário de alguns hits, a dupla ainda não possuía um Camaro Amarelo quando lançou a música. Ele foi adquirido alguns meses depois, justamente para divulgar o que viria a ser um sucesso. O carro se tornou objeto de desejo e, ainda mais, ostentação entre o povo brasileiro. E claro: mais Camaros Amarelos passaram a ser vistos nas ruas.

Dar a volta por cima

A música parece falar sobre mulheres interesseiras, mas, na verdade, ela narra o quanto é bom sair da pobreza e conseguir conquistar um carro. Ficou doce só de se imaginar dirigindo um Camaro?

Estas são só algumas das milhares de músicas inspiradas em carros que existem por aí. Você já conhecia todas?  Qual a sua preferida?

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Rodas de aço e rodas de liga leve: entenda as diferenças

As rodas de liga leve são objetos muito cobiçados por nós brasileiros, que somos apaixonados por carros. Elas estão no topo de nossa lista de desejo, perdendo apenas para um bom sistema de som.

Sendo assim, não importa em que país nós moramos, quando compramos um carro e pensamos em customizá-lo, uma das primeiras coisas é modificar as rodas. Principalmente se o automóvel só possui versão de fábrica com rodas de aço.

Mas você conhece a diferença entre rodas de aço e rodas de liga leve? Fique atento a este post e saiba mais sobre esses dois modelos de rodas e sobre o que cada um tem a oferecer.

O que são as rodas de aço?

As rodas de aço são as mais comuns no mercado. Quando os veículos possuem versões de entrada que custam mais barato, geralmente são equipados com esse tipo de rodas.

Se comparadas com as rodas de liga leve, as rodas de aço tendem a ser mais pesadas e, devido ao material de sua fabricação, são menos maleáveis e mais difíceis de moldar. Por isso, elas acabam possuindo design limitado. Quem possui carros com essas rodas e quer investir em beleza, costuma fazer uso de calotas sobre os aros.

O que são as rodas de liga leve?

Já as rodas de liga leve são feitas de uma liga que é composta por silício de ferro e por alumínio. Eles são usados para dar resistência e leveza à roda. Por isso, elas são mais leves que as rodas de aço. A composição da liga é tão maleável que é possível moldá-la em diversos formatos, fazendo com que o ramo de rodas de liga leve possa oferecer muitos modelos e tamanhos.

Quais são as vantagens e desvantagens de cada uma?

Resistência

Com relação à resistência, as duas rodas são semelhantes, desmistificando a história de que as rodas de liga leve são frágeis. Em relação a isso, as rodas de aço é que têm uma desvantagem: elas possuem óxido de carbono, um elemento que é facilmente oxidado e causa o enferrujando das rodas.

Peso

Quanto ao peso, as rodas de liga leve são 20% mais leves que as rodas de aço. Esse alívio do peso, em longo prazo, é muito benéfico para alguns componentes dos carros, como os itens de suspensão e freios. Eles são menos forçados e, por isso, ganham mais sobrevida. Outra economia que pode vir da leveza das rodas é a de combustível — como o carro está mais leve, gastará um pouco menos gasolina.

Preço

As rodas de aço possuem custo muito inferior quando comparado com a roda de liga leve. Esse é um fator que pesa bastante contra o desejo de substituir as rodas de aço originais. A roda de liga leve tem preços bem superiores, por isso o proprietário deve analisar se é viável comprá-las.

Nesse quesito, uma vantagem das rodas de liga leve é que elas podem valorizar o veículo em até 10%, pois, é um objeto que agrega valor.

Estética

Quando se trata de design, as rodas de aço não oferecem muitas possibilidades. Como o seu material é difícil de trabalhar, existe pouca variedade de modelos e os que existem são muito semelhantes entre si. A estética dessas rodas fica por conta do mercado de calotas, que são objetos plásticos que podem ser colocados sobre as rodas para agregar beleza.

Já as rodas de liga leve, por serem feitas de material maleável, são fabricadas em diversos modelos e tamanhos. O mercado oferece opções que encantam os motoristas — essas rodas são mais bonitas que as rodas de aço e apresentam um brilho muito maior.

Manutenção

No quesito manutenção, o ponto positivo vai para as rodas de aço. Elas são mais fáceis de reparar caso venham a amassar. Se você bater em uma guia do meio-fio, por exemplo, é possível fazer o reparo de forma bem simples. Um profissional consegue recuperar o perfil original da roda batendo nela com uma marreta emborrachada.

As rodas de liga leve não oferecem possibilidade de reparo, pois, são muito difíceis de desamassar, podendo até trincar durante uma tentativa. Algumas lojas especializadas oferecem o serviço de reforma das rodas, mas é preciso avaliar as possibilidades. Se a roda estiver trincada, não é aconselhável repará-la com solda, porque a resistência e estrutura do componente já foram prejudicadas, então, usar rodas soldadas pode ser perigoso.

Qual das duas escolher?

Analisando as vantagens e desvantagens que apresentamos é possível ver qual se adéqua mais às suas necessidades e desejos. Além dos pontos anteriores, é importante pensar também no perfil de condução das pessoas que dirigem seu carro. Como as rodas de liga leve são mais difíceis de reparar, as rodas de aço podem ser a opção mais segura para motoristas que correm maior risco de raspar os pneus no meio-fio.

Outro ponto a analisar é se o seu carro é de frota ou se você o utiliza para trabalho pesado, como carregamento de cargas. Para veículos assim, não é aconselhável investir em rodas de liga leve, já que elas estariam sujeitas a danos mais facilmente.

Se você não tem essas limitações e é um amante de carros que sonha em dar aquele up no design, então pode valer muito a pena colocar rodas de liga leve. O carro ficará como você quer e estará mais bonito e valorizado.

Mas, atenção! Na hora de comprar as novas rodas é importante ter cuidado com alguns detalhes. As rodas escolhidas não podem exceder 3% do diâmetro das originais, contando com o pneu. Isso porque, acima desse valor, o carro consumirá mais combustível e haverá divergência na velocidade marcada no painel.

Depois de ler esse texto, você já sabe todos os prós e contras das rodas de aço e rodas de liga leve. Analise as diferenças e veja qual opção é melhor para você. E, se decidir trocar as rodas originais do carro, não se esqueça de ir a um local confiável e tomar todos os cuidados necessários.

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